O empresário nasceu em França, e vivia na Polinésia quando decidiu mudar-se para Chaves. A mulher, Hélène Rottier, veio primeiro conhecer a região. “Chaves foi a primeira cidade que conheci em Portugal, viajei de carro, e achei uma maravilha”, afirma. Depois acabou por ficar, tendo aqui fixado residência há poucos meses, e diz-se mesmo apaixonada por Portugal.
Começou por se dedicar à pintura, mas há 10 anos que se dedica a fotografar pormenores de localidades onde viveu e por onde passou, inspirando-se no abstracionismo geométrico, e a exposição retrospetiva deste percurso está a ser apresentada pela primeira vez no Posto de Turismo do Alto Tâmega, em Chaves, incluindo fotografias da cidade a que passou a chamar casa, bem como de Boticas, Lisboa ou Porto.
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