O mercado português de azeite atingiu, em 2024, 180 mil toneladas produzidas, mas com uma fatia de 80% concentrada no Alentejo, impulsionada pelos 66 mil hectares de olival intensivo, segundo os dados da publicação Estatísticas Agrícolas – 2024 do Instituto Nacional de Estatística (INE). A mesma fonte, refere que 50 mil dos 66 mil hectares foram plantados nos últimos dez anos. Este cenário de produção massiva contrasta com a realidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, onde a qualidade DOP e o cultivo extensivo se debatem contra custos elevados, falta de investimento em infraestruturas hídricas e o envelhecimento dos agricultores.
A região, marcada por uma orografia acidentada, garante um produto de superior qualidade e acidez baixa, fruto do clima seco e das práticas quase na totalidade biológicas, mas enfrenta um futuro incerto perante a concorrência do sul do país, a que se juntam os mercados espanhóis e italianos.
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