É tempo de apanhar a azeitona. Pelos campos transmontanos, é visível o trabalho de homens, mulheres e máquinas, que aproveitam os dias solarengos para colher o fruto, que depois será transformado no “ouro líquido” de Trás-os-Montes, uma região que tem uma longa tradição na produção de azeite de alta qualidade, muito utilizado na chamada dieta mediterrânea.
A VTM esteve em Valpaços, um dos concelhos onde se aposta cada vez mais na mecanização, devido à falta de mão de obra.
A Cooperativa Olivicultores de Valpaços abriu as portas para a campanha no final de outubro, altura em que os produtores fazem as primeiras entregas da temporada, que se prolonga até ao Natal.
Paulo Ribeiro, presidente da cooperativa, confirmou à VTM que a perspetiva é para uma campanha com menos azeitona. “Este ano é menor em quantidade, mas a azeitona é de muito melhor qualidade. Está sã, não tem doenças e, sendo boa azeitona, dá bom azeite”.
Apesar de se verificarem situações distintas nas diferentes zonas do concelho, o presidente da cooperativa estima uma quebra na produção a rondar os 15%. “Há aldeias que têm muita azeitona e outras que têm menos, mas nós calculamos entre a 15% a 20% menos, por causa das condições meteorológicas”.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar







You must be logged in to post a comment.