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Barragem do Baixo Sabor arranca em 2008

Depois de uma década de incertezas, relativamente à construção da Barragem do Baixo Sabor, a Comissão Europeia arquivou a queixa apresentada pelos ambientalistas e deu luz verde para a construção da infra-estrutura que, a funcionar em pleno, vai produzir 2.500 gigawatts de energia, por hora. Já foi enviado, no dia 7, para o Jornal Oficial […]

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Depois de uma década de incertezas, relativamente à construção da Barragem do Baixo Sabor, a Comissão Europeia arquivou a queixa apresentada pelos ambientalistas e deu luz verde para a construção da infra-estrutura que, a funcionar em pleno, vai produzir 2.500 gigawatts de energia, por hora.

Já foi enviado, no dia 7, para o Jornal Oficial das Comunidades Europeias, o anúncio da abertura do Concurso Público para a construção da barragem localizada no troço inferior do rio Sabor, garantiu, ao Nosso Jornal, uma fonte da EDP, empresa promotora daquele projecto de Aproveitamento Hidroeléctrico que deverá estar concluído em 2012/2013.

A mesma fonte adiantou que o anúncio do Concurso Público será publicado em dois jornais diários portugueses, sendo ainda de realçar que “o prazo para apresentação de propostas terminará em Janeiro de 2008 e a adjudicação e lançamento da obra ocorrerá até meio do próximo ano”.

Durante a apresentação do projecto da barragem que teve lugar, no final do mês passado, em Torre de Moncorvo, foi sublinhada a instalação da barragem como fundamental para Portugal poder cumprir os objectivos no que diz respeito ao aproveitamento energético, sendo de realçar que “o empreendimento permitirá reduzir a dependência energética do país, fazendo com que, até 2010, cerca de 45 por cento da electricidade tenha origem em fontes renováveis”.

Segundo a EDP, a construção da barragem “reflecte uma nova forma de integrar o crescimento económico e o meio ambiente, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável e defesa da biodiversidade”.

“Além de desempenhar um papel preponderante, no abastecimento de água, para consumo humano e agrícola, na regularização dos caudais, na melhoria das condições de combate aos fogos e na redução de emissões de CO2, a construção do aproveitamento do Baixo Sabor prevê, ainda, a criação de condições para o crescimento sustentado da energia eólica”, revelou a mesma fonte, garantido, ainda, que “as medidas compensatórias adoptadas terão reflexos numa vasta região circundante e permitirão a melhoria das condições de vida de espécies protegidas (lobo, águias e morcegos, entre outras espécies)”.

Para a manutenção, ao longo dos 75 anos de vida do Baixo Sabor, das medidas de carácter ambiental a implementar, está já assegurado um Fundo Financeiro de cerca de 750 mil euros, por ano.

A entidade gestora deste fundo será constituída por agentes locais, comunidade científica, ONG e entidades relevantes da Administração Pública.

 

Maria Meireles

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