Quem passar pelo local encontra um armário “carregado” de livros, que pode pegar, levar para casa, ler e voltar a colocar dentro do espaço.
“Acredito que as pessoas comecem a ler mais, até porque vão começar a ser produzidas atividades com as escolas primárias, que poderão aproveitar este espaço”, referiu Matilde Neves, dos serviços de intermediação do agrupamento de escolas, admitindo que nos falta o “contacto com o papel, uma vez que os meninos estão cada vez mais habituados aos tablets e telemóveis, onde fazem leituras mais curtas, o que lhe tira o prazer de folhear o livro e ler uma história do início ao fim”.
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