A exposição estará patente até ao dia 30 de junho, de segunda a sábado das 14h00 às 18h00.
Maria Guerreiro é uma jovem artista flaviense, com raízes em Vidago, que se encontra a concluir a Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade do Minho.
A sua prática artística, centrada sobretudo na pintura, parte da observação do quotidiano e da forma como nos relacionamos com ele, traduzindo em imagem aquilo que sente a partir do que vê. As obras apresentadas funcionam como registos sensíveis desses encontros, não de forma literal, mas através da sua assimilação pessoal, procurando captar gestos, ambientes e relações mais do que acontecimentos concretos. Desde 2024, tem vindo a expor em diversos contextos, com participações em exposições colectivas em Guimarães, Barreiro e Porto, e com duas exposições individuais em 2025, em Chaves, afirmando progressivamente o seu promissor percurso artístico.
“Pintar o Que Fica”
A exposição centra-se na pintura como principal forma de expressão da artista, desenvolvida a partir da observação do quotidiano e das relações humanas. As obras não procuram representar a realidade de forma literal, mas antes traduzir sensações e experiências pessoais, captando gestos, ambientes, formas de estar e perceções. Cada pintura funciona como um registo sensível desses encontros com o mundo, resultado de um processo de assimilação e interpretação individual da artista.




