Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2025
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Bombeiros avaliam segurança da Linha do Douro

Os trabalhos de conservação e de estabilização na Linha do Douro foram avaliados pelos comandantes de algumas corporações ribeirinhas da região. Os incêndios e os desmoronamentos mereceram especial atenção. A acção foi levada a cabo pela Rede Ferroviária Nacional e pela CP. Para uma melhor avaliação, no terreno, das condições de segurança das margens da […]

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Os trabalhos de conservação e de estabilização na Linha do Douro foram avaliados pelos comandantes de algumas corporações ribeirinhas da região. Os incêndios e os desmoronamentos mereceram especial atenção. A acção foi levada a cabo pela Rede Ferroviária Nacional e pela CP.

Para uma melhor avaliação, no terreno, das condições de segurança das margens da linha férrea do Douro, técnicos da Rede Ferroviária Nacional, CP, Comandantes dos Bombeiros de Peso da Régua, Alijó, Sabrosa e Mesão Frio viajaram no troço entre a estação de Ermida (Baião) e o Pinhão (Alijó). Sabendo–se que grande parte da linha do Douro está situada junto ao rio, as situações de desmoronamento de materiais das encostas e a consolidação de trincheiras e de taludes foram as situações que mereceram especial atenção.

“Esta acção resultou de um convite da Rede Ferroviária Nacional a algumas corporações cujas áreas de intervenção são ribeirinhas ao Douro” – revelou o Coordenador Distrital de Operações e Socorro de Vila Real, Carlos Silva, sintetizando o que viu, após as diligências efectuadas.

“As zonas mais sensíveis prendem-se com a consolidação das margens e a existência de alguma vegetação, junto à via. Para já, a situação não é problemática, pois reparámos na realização de alguns trabalhos de conservação e consistência de taludes, neste troço da linha”.

Por sua vez, o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Sabrosa, José Barros, referiu que “no troço da via do concelho, o perigo de incêndios é remoto. As vinhas vêm até à linha” – observou. Mas referiu que “o perigo maior pode derivar de possíveis desmoronamentos, mas isso acontece em todo o lado, onde existam encostas”.

Neste momento, entre a estação da Régua e o Pinhão, a REFER está a proceder à renovação total da linha. As antigas travessas em madeira estão a ser substituídas pelas de cimento e os carris a serem renovados. Espera-se, também, a reparação de algumas estações e apeadeiros vandalizados, nomeadamente Bagaúste, Gouvinhas e Ferrão e a casa da passagem de nível do Pinhão (saída para Covas do Douro).

 

 

Jmcardoso

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