Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2022
©EN

Bombeiros da Cruz Branca celebram 125 anos

O dia seria de festa ‘rija’, não fosse a pandemia, que obrigou a mudar os planos. Em dia de aniversário, a Cruz Branca de Vila Real assinalou a data de forma simbólica.

-PUB-

Às 9h00, o tocar do clarim soou no quartel dos bombeiros da Cruz Branca. O dia é de festa, ainda que a pandemia não permita grandes celebrações.

“Hoje deu-se o início das comemorações, que vão decorrer ao longo de todo o ano. Aquilo que tínhamos previsto para hoje era uma sessão solene para marcar o início dessas mesmas comemorações. Não foi possível, devido ao estado sanitário em que estamos”, explica António Graça.

O presidente da Associação Humanitária acrescenta que “vamos aguardar para perceber a evolução pandémica e definir uma data, tão rápido quanto possível, para marcar, de forma solene, o início das comemorações”.

Em dia de aniversário, a corporação colocou uma coroa de flores no monumento dedicado ao bombeiro, situado junto ao Pioledo. De volta ao quartel, Orlando Matos, comandante dos bombeiros, lamenta o facto de a pandemia ter limitado não só as comemorações, mas limitar também o trabalho da corporação.

“Foi necessário interromper, pela segunda vez, a escola de formação. As próprias instruções presenciais, que são fundamentais, tiveram de ser adaptadas para não haver muita gente no mesmo espaço”, conta, acrescentando que “tivemos, também, uma quebra nos serviços de voluntariado”.

A tudo isto, juntam-se os casos de Covid-19 que vão surgindo em elementos da corporação, “que acabam por nos limitar. Tem de ser feita uma grande gestão para assegurar os serviços prestados”, refere.

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Cruz Branca foi fundada a 6 de janeiro 1897. Passados 125 anos conta com 120 operacionais no quadro ativo, sendo que “a tendência é que o número vá baixando”, frisa Orlando Matos.

 

-PUB-

APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências do confinamento, sem termos parado um único dia.

Contribua com um donativo!

Mais lidas

A Imprensa livre é um dos pilares da democracia

Nota da Administração do Jornal A Voz de Trás-os-Montes

Subscreva a newsletter

Para estar atualizado(a) com as notícias mais relevantes da região.