Das cerca de 30 pessoas que realizaram o rastreio, “a maioria revelou distúrbios do sono”, como a insónia ou apneia, e muitos deles “já deixaram consulta marcada”.
À VTM, a pneumologista Rita Queiroz Rodrigues destacou a necessidade de “apostar em medidas de higiene do sono”, de forma a melhorar a qualidade do mesmo, como “ter horas regulares para deitar e acordar, tanto à semana como ao fim de semana, evitar o uso de ecrãs antes de dormir e as televisões nos quartos, porque isso diminuiu a produção de melatonina”.
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