O responsável falava à margem das primeiras Jornadas da Mama, que decorreram no Teatro de Vila Real, com um programa multidisciplinar focado no cancro da mama.
De acordo com João Abrantes, o objetivo das jornadas é “apresentar à nossa comunidade todo o trabalho que fazemos na unidade da mama, desmistificar, educar e tam bém demonstrar aquilo que se faz de referência a nível nacional da nossa unidade”.
Ao contrário do que acontecia antigamente, em que o cancro da mama “era mais frequente entre os 50 e 70 anos”, hoje é cada vez mais frequente, em mulheres em idades mais jovens e mais avançadas, afirma o responsável, admitindo que o uso da inteligência artificial em imagiologia mamária pode ajudar a fazer diagnósticos de forma mais precoce.
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