Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022
Agostinho Chaves
Agostinho Chaves
Trata o jornalismo por tu. Colabora com a VTM há mais de 25 anos. Foi Diretor entre 2014 e 2019. Passou por meios de comunicação nacionais, como o Comércio do Porto e a Rádio Renascença.

Considerações sobre os acordos

Quando se fala num acordo fala-se em mais do que uma posição. Essas múltiplas posições devem convergir num postulado único, de interesse comum.

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Para que haja um acordo, torna-se necessário que haja cedências, em todas as partes integrantes na discussão dos pressupostos de divergência, moldando as realidades de cada postura num processo único de entendimento, tendo em vista os objetivos que levam as entidades a sentar-se à mesa das conversações.

Na discussão e elaboração do acordo, não participam todas as pessoas de um grupo, de uma comunidade, de uma região ou de um país. Apenas tomam ali assento os representantes das populações e dos povos, legitimados nos seus postos de governação pelas escolhas que os outorgaram como capazes de defender os interesses de quem os escolheu. Os grupos e os países tentam então estabelecer acordos que tenham em vista

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