Sexta-feira, 25 de Junho de 2021

D. António Augusto chama a atenção para a necessidade de “reconstruir as comunidades”

O bispo de Vila Real presidiu em Mesão Frio às celebrações do Dia da Diocese, sublinhando a importância de apontar ao pós-pandemia, para “reconstruir as comunidades” e “reativar a vida da Igreja”.

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O bispo de Vila Real presidiu em Mesão Frio às celebrações do Dia da Diocese, sublinhando a importância de apontar ao pós-pandemia, para “reconstruir as comunidades” e “reativar a vida da Igreja”.
“À medida que a pandemia se for dissipando, precisamos de um forte impulso de reativação da vida das nossas comunidades cristãs”, disse D. António Augusto Azevedo, na homilia da Missa, celebrada ao ar livre e com transmissão online, lembrando que “não basta voltar ao que fazíamos antes”.

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O responsável católico falou num processo “inexorável” de transição de um Cristianismo sociológico e cultural para um “Cristianismo de convicção”, considerando que este é “o grande desafio pastoral” da atualidade.
O bispo desafiou depois os participantes a acentuar o “espírito família e clima fraterno” nas comunidades católicas. “Urge superar divisões, interesse egoístas, lógicas de grupo ou de capelinha”, advertiu.
D. António Augusto Azevedo disse que este foi “o encontro possível”, no contexto da pandemia, mas com “forte cariz representativo e, por isso, simbólico”, um momento de “ação de graças” por tudo o que se conseguiu num ano pastoral “tão difícil”, marcado pela Covid-19.
O responsável apontou ao desafio de “crescer espiritualmente”, num tempo de mudança, que deve começar pelas pessoas, não pelas “estruturas”.
Para o bispo de Vila Real, nos últimos meses foi visível o impacto da pandemia na vida espiritual de muitas pessoas e esta deve ser uma oportunidade de “profunda renovação espiritual”.
A homilia abordou ainda o desafio, de “cultivar a esperança”, que parte do “compromisso inequívoco com o bem”, com o reconhecimento do valor da vida e da dignidade humana, além de maior consciência ecológica.
A Diocese de Vila Real vive um ano preparatório do seu centenário, com o tema ‘Aprofundar as raízes’.
D. António Augusto Azevedo evocou todos os que, no último século, serviram a Diocese de Vila Real, “verdadeiras raízes” da Igreja local.
“Estamos gratos ao Senhor por todos eles”, indicou.
O programa do Dia Diocesano, contou com uma mesa-redonda, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Mesão Frio, sobre o tema ‘Laudato si: viver a vocação de guardiões da obra de Deus em Vila Real’, por Bernardino Lopes e Ilda Couto.

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