Sábado, 6 de Junho de 2026
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Distribuidor de tabaco, roubado e espancado, na sua residência

Depois de ter acabado de fazer a sua habitual ronda comercial, Alexandre Conceição, empregado de uma empresa de distribuição de tabaco, estava em sua casa, quando foi surpreendido por três homens que o agrediram e levaram consigo cerca de 25 mil euros. Três encapuzados assaltaram e agrediram, na noite de Quinta para Sexta-feira, em Godim, […]

Depois de ter acabado de fazer a sua habitual ronda comercial, Alexandre Conceição, empregado de uma empresa de distribuição de tabaco, estava em sua casa, quando foi surpreendido por três homens que o agrediram e levaram consigo cerca de 25 mil euros.

Três encapuzados assaltaram e agrediram, na noite de Quinta para Sexta-feira, em Godim, um homem, de 54 anos, empregado de uma empresa de distribuição de tabaco de Resende, levando consigo cerca de 25.000 euros. A vítima, Alexandre Conceição Vicente, esteve inanimada cerca de dez horas e só quando recuperou a consciência conseguiu alertar a GNR de Peso da Régua.

O roubo foi perpetrado entre as 23 horas e a meia-noite e só por volta das 10 horas de Sexta-feira as autoridades tiveram conhecimento do caso. Ferido na cabeça e com vários hematomas e escoriações no rosto, a vítima foi transportada para o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes, em Vila Real, onde deu entrada, nas Urgências. Aqui, foram-lhe feitos vários exames, tendo alta a meio da tarde. Ainda combalido e com marcas de sangue na sua roupa, Alexandre Vicente contou alguns pormenores do assalto.

“Vinham vestidos de negro, eram altos e entraram por uma janela do armazém, depois de terem partido um vidro. Depois, agarraram-me pelos cabelos, deram-me socos na cabeça e fui atirado, várias vezes, contra uma coluna de granito e acabei por desmaiar”. De referir que o tabaco que estava na carrinha estacionada dentro do armazém não foi furtado.

“Penso que eles me queriam matar, pois que se fosse para roubar o tabaco tinham-no levado”.

A sua versão é alimentada por Horácio Bernardino, sócio–gerente da empresa distribuidora de tabacos.

“Conforme o estado em que o deixaram, julgo que era mesmo para o matarem. Viram-no desmaiado e julgaram que ele já estava morto”.

A vítima de espancamento vivia só e tinha feito o giro comercial, na região do Douro e Trás-os-Montes. É muito conhecido, na Régua e na região, onde jogou futebol, em vários clubes, nomeadamente, no Futebol Clube de Fontelas e no S. C. da Régua.

O caso foi entregue à Polícia Judiciária.

 

Jmcardoso


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