Terça-feira, 13 de Abril de 2021
Adérito Silveira
Maestro do Coral da Cidade de Vila Real. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Dra. Maria João de Sousa Albuquerque, uma homenagem que tarda

Continua a ser espantoso verificar que sempre houve mulheres capazes de se sobreporem às mais difíceis circunstâncias; mulheres criadoras, aventureiras, cientistas. Mulheres que tiveram a coragem de enfrentar todo o tipo de contrariedades…

Há histórias de mulheres que não estão na história porque foram simplesmente discriminadas… Maria João Albuquerque é uma mulher especial porque ainda se preocupa com o sofrimento dos outros.

Continua a almejar o sonho de um mundo sereno, exato, solidário.

Senhora benemérita de raras virtudes. Um ser humano altruísta preocupado acima de tudo com os mais necessitados, os pobres, desprotegidos e desamparados.

Quando vivia no Palácio de Mateus, na década de 50, ela procurava saber quem precisava de ajuda para assim socorrer os mais carenciados. Numa dessas ocasiões mandou fazer todos os dias panelões de caldo para distribuir diariamente pelos pobres a quantidade necessária. Assim, em todas as casas não faltava uma avantajada tigela que dava aconchego ao

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