Terça-feira, 28 de Maio de 2024
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Adérito Silveira

Maestro do Coral da Cidade de Vila Real. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes
230 Artigo(s) de opinião

Recordando Luís Rego

Recordo uma tarde quente de domingo, passado na praia de Tamariz- Estoril- mês de julho do ano de 1970.

Banda de Mateus ao encontro da paixão de Cristo

Um arsenal luxuriante de imagens e de sons nos foram oferecidos pela Banda de Mateus, cujo palco sagrado foi a inspiradora igreja matriz da paróquia local.

Concerto de Páscoa – Êxito assinalável

O Coral da Cidade de Vila Real tem desempenhado na nossa cidade um papel de indiscutível relevância e afirmação cultural.

A preocupação do Dr. Silveira

Encontrei-me com o Dr. Silveira no cimo da Avenida Carvalho Araújo. A noite caíra e acendiam-se as luzes. Depois de falarmos sobre coisas banais, o Dr. Silveira com voz cava afirmou-me:

Guiando o meu mini rumo a Vila Pouca

Um dia guiando eu o meu Mini, tardei um pouco a arrancar ao sinal verde, enquanto condutores atrás desencadeavam sem demora as suas buzinas sobre as minhas costas.

O amor não tem idade

Nos anos 50, ti Jerónimo trabalhava ainda na Casa do Conde cavando as terras, ao mesmo tempo que cismava com o seu filho Zacarias.
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Um ano de mortandade

Há anos aziagos na vida das aldeias.

A morte prematura de Diogo

“Bá tocar ao diabo”, dizia uma voz esmagada pelo coberto do xaile…” além do mais, ele é um encanto de rapaz, um rosto de fazer desmaiar qualquer rapariga”, suspira alguém carente de desejos…

Justo aplauso para a Banda da Cumieira e coros

Os concertos de Reis que a Banda da Cumieira realizou, irão ficar perpetuados na memória daqueles que tiveram a felicidade de presenciarem dois espetáculos: um na Igreja Matriz da Cumieira no dia seis e outro no dia sete na Sé de Vila Real.

Estamos a matar o Natal?

Hoje, os laços familiares vão mudando de sentido com as transformações da própria família ou da sua ausência por doenças, guerras ou catástrofes de vária ordem

Precisamos de um natal com amor e com neve

Ainda me lembro de um velhinho que a custo tocava numa velha sanfona. O seu netinho acompanhava-o sentindo as mãos quentes e protetoras do avô…quando o avô tocava, da sua boca saiam bafos e suspiros. Havia nele vontade de tocar o seu instrumento como forma de sobreviver às dificuldades da vida.

Músicos fogueteiros

Em algumas festas, havia durante o dia e a noite revoadas de foguetes que faziam as delícias do povo.
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Os alfaiates de Mateus sabiam de música

Para quem se manteve atento às coisas relacionadas com os nossos meios rurais, deve ter verificado que o alfaiate foi outrora uma pessoa importante nas nossas aldeias.

Manuel Lagoa – combatente no Ultramar

Do Ultramar, muitos jovens vieram transtornados e irreconhecíveis. Alguns deixaram lá os ossos e a carne e a vontade de viver

Existir vai ser difícil

Hoje, vivemos numa sociedade perigosamente individualista e pagamos o preço do individualismo com uma insegurança crescente.

Há professores sem a luz da esperança

A vida de um professor é hoje ingrata e incompreendida.

Condutor de cilindro

Em Mateus havia um senhor João Viera, mais conhecido por João Zoeira porque tinha atitudes que punham em alvoroço a canalhada e as mulheres mais vulneráveis e tementes a Deus.…

Álvaro de Matos-Rainho e o motorista da Borrona

Era domingo e bem cedo ainda, a lua vogava bem alto no céu estrelado.
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O músico que tocou folha de árvore

Como outros músicos da Banda da Marinha, no início dos anos 70, o Vieira veio reforçar a Banda de Mateus na festa de Chacim.

Para Maria do Carmo, sorrir foi uma fonte de alegria

Deixou-nos para sempre a Professora Maria do Carmo Ribeiro. Era conhecida entre os amigos por “Maria”, tal a simplicidade do seu caráter e a nobreza do seu coração.

Histórias de bandas que não mais se repetem – Um cabrito para dois

Numa festa, não longe de Chaves, calhou a dois músicos da Banda de Mateus em sorte um “patrão” onde o cabrito era rei e senhor; um prato sempre apetecido mas que nas famílias dos músicos poucos se gabavam de saborear durante o ano.

Vila Real e as suas marchas populares

É obrigatório falar-se das marchas populares em Vila Real porque há tanta gente envolvida, tantas noites mal dormidas, tanta azáfama e solidariedade sem limite.

Há aulas que não se esquecem

Há recordações que inspiram saudade. Tenho imagens de alunos e professores que conheci em Vila Pouca de Aguiar que são eternas. Eles foram solidários, alegres e veneráveis. Entre todos havia brilho e aura de felicidade.

Festivais de aberrações e ruídos

Normalmente as pontuações dos festivais não correspondem ao valor exato das canções. Como em tudo na vida, há interesses instalados: políticos, económicos, geográficos e outros.
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Montra de vaidades em mentes ocas

Todos os dias é um espetáculos.

Espaço Miguel Torga: Um espaço de alta cultura

S. Martinho de Anta tem no Espaço Miguel Torga uma referência da boa cultura que se faz em Portugal.

Ricardo Mingorance – deixaram-no sair de cá

Ultimamente foi arquivista e historiador na Casa de Mateus até ao último dia do mês de março.

Estão a morrer as nossas aldeias

Pó-pé-rró-pó-pó - fugiam as galinhas e as frangas esvoaçam espavoridas para não serem apanhadas, porque elas sabiam pelos foguetes que havia festa e que os donos as queriam comer…

Era assim, o Dr. Otílio de Figueiredo

Na casa de António “Baleia” ouviam-se berros e gemidos de dores.

Precisamos de uma nova estrela mensageira

Estranho mundo, este em que vivemos. As pessoas andam a correr quase tolas, ou estão quietas mas não olham nem querem falar.
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