Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2026
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Eduardo Varandas

Arquiteto. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes
144 Artigo(s) de opinião

Filhos de todos… filhos de quem? Os expostos da Roda de Lisboa

Está patente ao público, na galeria de exposições temporárias da Igreja de São Roque, em Lisboa, uma exposição, promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), subordinada ao tema em título, abarcando o século XIX até princípios do século XX, que nos dá uma visão global, nesse intervalo de tempo, de um fenómeno social, moral e cultural, que caracterizou a sociedade portuguesa em geral e a lisboeta em particular.

A tia Camões

Na pequena aldeia de Guiães, onde as casas de pedra se alinhavam como quem resiste ao tempo, vivia a tia Camões.

O cemitério militar português de Richebourg e outros apontamentos

No passado mês de outubro, desloquei-me a França, na companhia do meu estimado amigo Coronel Eng. Paulo Belchior para ambos, procedermos a uma inspeção técnica ao estado de conservação do Cemitério Militar Português, situado em Richebourg l´Avoué, no norte de França, onde repousam os restos mortais de 1831 soldados portugueses, caídos durante a 1.ª Guerra Mundial.

Israelitas versus Palestinianos

Tem estado na ordem do dia o conflito entre israelitas e palestinianos, cuja origem remonta à criação do Estado de Israel, em 14/05/1948.

O Zé Soqueiro

Em tempos idos, quando a população residente nas aldeias do interior era muito superior à que atualmente existe, em quase todas elas a existência de figuras típicas era uma realidade que vai rareando nos tempos que correm.

O regresso às origens

Como tem sido habitual, desde que migrei para Lisboa há mais de 50 anos, salvo raras exceções, regresso às origens, normalmente, por ocasião da festa de agosto.
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Guiães e Eça de Queiroz

A VTM publicou, na edição de 21 de maio passado, um suplemento, sobre algumas freguesias do concelho de Vila Real e Sabrosa, no qual consta uma pequena “biografia” sobre Guiães.

Um homem sábio e bem formado

Nas minhas vivências, enquanto jovem adolescente, na terra onde nasci, em Guiães, convivi com algumas pessoas mais velhas que me habituei a admirar não só pela sua sabedoria, mas também pelo trato afável e ético que sempre revelaram no relacionamento com os outros.

A CP o monopólio da ferrovia e as greves

Assistimos na última semana a mais uma greve das muitas com que, ciclicamente, os trabalhadores da CP nos têm “brindado” de há largos anos a esta parte.

Um português singular

António Lobato nasceu numa aldeia recôndita do Alto Minho, em 1938, tendo, desde muito novo, manifestado o desejo em se voluntariar para servir o seu país na Força Aérea Portuguesa (FAP), como piloto, o que veio a acontecer em 1957.

Mário Soares e a Descolonização

Por ocasião do centenário do nascimento de Mário Soares, em dezembro de 2024, apareceram no espaço público comentários insidiosos, responsabilizando-o pelo que de mal aconteceu durante o processo de descolonização.

O regresso

Volvidos dois anos e 39 dias de permanência em terras de Angola, regressei à Metrópole em 17 de setembro de 1973
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Memórias que nunca se esquecem

Terminado o ano letivo de 1960/61, chegava também ao fim a instrução primária, e com o término desse ciclo a conclusão, com êxito, do exame da 4.ª Classe, na antiga Escola Primária Carvalho Araújo, em Vila Real.

A propósito dos 49 anos do 25 de Novembro

Por ocasião das cerimónias dos 49 anos do 25 de novembro e da polémica instalada à volta da sua evocação oficial, alguns protagonistas, sobretudo militares, dos acontecimentos de 1975, produziram opiniões contraditórias e menos abonatórias acerca de camaradas seus, cuja participação efetiva foi decisiva para contrariar os objetivos da insurreição espoletada pelos paraquedistas ao ocuparem as bases aéreas.

A Primeira República e o Catolicismo

Nas minhas itinerâncias pelas ruas de Lisboa, tenho por hábito visitar as tendas dos alfarrabistas que, esporadicamente, aparecem instaladas no espaço público, para dar uma vista de olhos aos livros aí expostos, acabando, quase sempre, por adquirir um ou outro.

A polémica suscitada pelo programa Novas Oportunidades

O programa Novas Oportunidades, encerrado em 2013, mas cujas consequências ainda se fazem sentir, foi criado com o objetivo de permitir aos adultos, a partir dos 18 anos, a possibilidade de completar os estudos básicos ou secundários sem ter de começar do zero.

O Zé Bailão

Era um dos filhos do Sr. António Francisco, homem sábio e muito estimado, nado e criado numa casa humilde situada na zona central de Guiães, numa ruela estreita, por detrás da antiga taberna do Toninho Monteiro, próxima da antiga oficina de latoeiro do Sr. Faustino, onde hoje se encontra o atual edifício da Caixa de Crédito Agrícola.

Uma cerimónia comovente

A cerimónia de homenagem aos que deixaram este mundo e cujos restos mortais repousam no cemitério de Guiães é já uma tradição.
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O conceito de colono e a sua deturpação

Há dias no programa televisivo “O Último Apaga a Luz”, que passa na RTP3, às sextas-feiras, e cujo tema em debate tinha que ver com a polémica causada pelas declarações do PR à imprensa internacional, sobre as reparações/indemnizações que Portugal devia fazer pelo seu passado colonial, uma das quatro personagens que compõem o painel do dito programa, teve o desplante e a insensatez de acusar todos os brancos, que residiam nos antigos territórios africanos portugueses, de colonos.

O professor Alexandre Reigoto

O Professor Alexandre Reigoto foi uma das figuras mais prestigiadas e populares de Guiães, onde nasceu.

Spínola e o MFA

Durante muitos anos foi posta a circular a narrativa de que António de Spínola se tinha oposto à independência dos territórios ultramarinos, defendendo que a solução das guerras no Ultramar era política e não militar, e que competia à Nação criar as condições para um debate franco e aberto, a nível nacional, exigindo, por isso, que essa visão ficasse inscrita no programa do MFA.

O Simplex Urbanístico e as suas contradições

Com a finalidade de simplificar todo o processo administrativo inerente às operações urbanísticas, foi publicado, ainda na vigência do anterior governo, o decreto-lei n.º 10/2024, de 8/01, que veio alterar os procedimentos instrutórios e outras situações relativas à organização interna dos espaços habitacionais, como seja a não obrigatoriedade da existência de banheiras e bidés nas casas de banho.

A falta de mão de obra especializada e as suas causas

Desde há uns tempos a esta parte que se tem vindo a acentuar a falta de mão de obra especializada no setor da construção civil, nomeadamente, em profissões como canalizadores, eletricistas, serralheiros, carpinteiros, etc., cuja importância é fundamental para o regular funcionamento deste importante setor da economia nacional.

O Carnaval nos meus tempos de juventude

Nunca fui um grande entusiasta da época carnavalesca, influenciado talvez por aquele velho hábito existente nalgumas aldeias transmontano-durienses de os rapazes andarem à procura das raparigas casadoiras para as enfarinharem, quando as apanhavam à socapa, obrigando-as a cuidados redobrados durante o Carnaval, o que as levava a evitar saírem de casa para se protegerem dessas investidas masculinas.
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O Padre Cruz

No percurso que normalmente utilizo a caminho da instituição onde, há anos, presto a minha colaboração, passo regularmente no Largo Trindade Coelho, também conhecido por Largo da Misericórdia, em Lisboa, onde se situa a Igreja de São Roque, que visito frequentemente, para aí fazer as minhas meditações e apreciar a sua riqueza patrimonial.

Antes que me esqueça

O título desta crónica foi retirado, com a devida vénia, do livro do Embaixador Francisco Seixas da Costa, ilustre vila-realense, cujo lançamento decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian, no passado dia 28 de novembro, evento onde estive presente e me foi autografado um exemplar da sua obra.

Ecos de uma visita a Luanda 50 anos depois

Em outubro passado, desloquei-me a Luanda integrado numa equipa de missão para cumprir objetivos previamente definidos, regressando à cidade que há 50 anos tinha deixado, no final da comissão obrigatória de serviço militar.

O incumprimento do estatuto do Antigo Combatente

O Estatuto do Antigo Combatente, regulado pela Lei 46/2020 de 20/8, consagra alguns direitos ao Antigo Combatente (AC) dos quais se destaca o de ser velado com a bandeira nacional, aquando do seu falecimento, mediante pedido expresso do próprio, ou dos seus familiares diretos.

In memoriam do António Varandas Real

Faleceu no passado dia 22 de agosto, por coincidência dia do seu aniversário, uma das figuras mais marcantes e carismáticas de Guiães, o António Varandas Real.

Uma petição vergonhosa e provocadora

Circula na internet uma petição intitulada “Declaração do Porto: reparar o irreparável”, que mais não é do que uma tentativa (mais uma) de reescrever a História por parte de um grupo de ativistas onde pontifica o inenarrável, senegalês Mamadou Ba, naturalizado português, que se tem notabilizado por atacar, amiudadas vezes, o nosso passado histórico, com falsidades e deturpações.
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