É a segunda vez que o órgão marca um plenário, depois de um que não se chegou a reunir por falta de quórum, já que não compareceram metade dos 125 conselheiros, como estipula o regulamento.
Tal situação chegou, na altura, a motivar uma reacção do candidato à direcção da Casa do Douro, Pedro Garcias, que não gostou do adiamento e solicitou mesmo, uma intervenção do Governo e Ministério Público, pedindo a destituição dos Órgãos da Casa do Douro e a nomeação de uma Comissão Administrativa.
Opinião contrária manifestou o actual Presidente da CD, Manuel António Santos, garantindo não haver necessidade do Estado ou o Ministério Público intervirem, uma vez que não havia qualquer recusa em marcar eleições. Afirmou ainda, o desejo de realizar as eleições, o mais breve possível. Quanto às exigências de Pedro Garcias, acusou-o de desconhecer o que a Lei preceitua.
É intenção da Direcção da CD avançar com três datas possíveis para a realização das eleições. Ou a 30 de Novembro, ou 7 de Dezembro ou, então, para o dia 14 do mesmo mês. Para que o Conselho Regional tenha quórum basta a presença de 42 elementos.




