“Existe uma rampa de acesso, mas não é muito segura, porque as laterais abanam muito e é preciso fazer muita força de braços, para não perder o equilíbrio”, conta, acrescentando que “também na entrada há uma rampa, mas é muito íngreme. Para algumas pessoas deve ser complicado”.
Neide destaca, ainda, os corredores da escola, que “são muito longos”. Defende, por isso, que “as pessoas com mais dificuldades de locomoção deviam ser triadas e votarem numa sala mais próxima”. E caso não fosse a rampa, “teria de vir com alguém para me ajudar, porque não consigo subir e descer escadas sozinha”.
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