Terça-feira, 21 de Julho de 2026
RegiãoEm S. Lourenço de Ribapinhão, coveiro vende chás medicinais

Em S. Lourenço de Ribapinhão, coveiro vende chás medicinais

Em S.Lourenço de Ribapinhão, o gosto pela medicina tradicional levou um homem, de 40 anos, a criar, em sua casa, uma vasta panóplia de chás medicinais. Rogério Ribeiro, trabalhador rural e coveiro da localidade, por vezes, recolheu, ao longo de muitos anos, várias plantas, arbustos e folhas das matas e bosques do concelho de Sabrosa. […]

Em S.Lourenço de Ribapinhão, o gosto pela medicina tradicional levou um homem, de 40 anos, a criar, em sua casa, uma vasta panóplia de chás medicinais. Rogério Ribeiro, trabalhador rural e coveiro da localidade, por vezes, recolheu, ao longo de muitos anos, várias plantas, arbustos e folhas das matas e bosques do concelho de Sabrosa.

“Tinha gosto nisto. Depois, comprei um livro e, um dia, um homem disse-me para vender, pois sabia do assunto. E assim fiz!”.

Depois de um processo de secagem natural, é feita a colheita, para pequenos sacos que, manualmente, são etiquetados, para posterior oferta e venda, aos amigos.

“Aqui, tenho chás para todas as doenças” – garantiu, ao Nosso Jornal, Rogério Ribeiro. “Desde chás para a asma até ao reumatismo. Aqui há de tudo”.

Segundo ele, “a apanha das folhas decorre durante todo o ano”. E, pelos vistos, clientela ainda vai havendo.

“Há pessoas que me procuram e são da freguesia. Às vezes, vou a algumas feiras aqui de perto e levo algumas sacas, para vender”.

Não se assume como “curandeiro”, mas garante que “os chás naturais fazem bem a tudo. Até as agulhas secas do pinheiro fazem bem à tosse e aos pulmões”.

Cidreira, funcho, rosmaninho, urze, eucalipto, erva de S. Bernardo e roberta são alguns dos chás mais procurados.

Apesar de ser coveiro, Rogério Reis não teme que a sua ocupação influencie a procura.

 

Jmcardoso


APOIE O NOSSO TRABALHO.
APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências, nunca paramos um único dia.

Contribua com um donativo!

VÍDEO

Mais lidas

PRÉMIO

ÚLTIMAS NOTÍCIAS