Terça-feira, 18 de Janeiro de 2022
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“Encontrámos uma fatura mensal astronómica”

É um freixenista de gema e seguiu as pisadas do avô e do pai na política, “embora não tivesse de o fazer”. Em 2017 perdeu a corrida à câmara, mas quatro anos voltou a candidatar-se e foi responsável por uma das surpresas das eleições autárquicas. Recuperou a autarquia para o PS, destronando Maria do Céu Quintas, que teve quase 800 votos a menos. Nuno Ferreira diz ter encontrado várias surpresas, entre elas a dívida do município

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Primeiro de tudo, queria perceber como é que entrou na política.

Entrei na política ainda muito novo. O meu avô foi presidente de junta durante mais de 20 anos e o meu pai também. Claro que isso não quer dizer que eu tivesse de entrar na política, mas aconteceu. Contudo, tenho uma forma muito própria de ver a política. Para mim deve ser praticada todos os dias e não só quando há atos eleitorais, deve ser próxima das pessoas. É assim que entro na política, através do associativismo. Fui presidente da Associação de Estudantes, tanto no ensino secundário como no ensino superior. A nível local cheguei a ser presidente da banda de música e fiz parte de várias coletividades. Para mim, política é ter conhecimento e saber usá-lo, neste caso em prol da população. Aliás, não me considero um político, mas sim um cidadão que zela pelos interesses da sua população. Isso é que é fazer política e saber estar na política. Eu quero estar na política com a máxima transparência, lealdade e sem fugir a qualquer questão que me seja colocada.

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