Os três arguidos estão acusados de prevaricação, participação em negócio e falsificação de documentos, e o acórdão é conhecido em janeiro.
A defender a empresária Maria da Graça, o advogado começou por dizer, na última sessão, que o processo-crime em causa “está a mais”, sendo que aquilo que realmente se passa é que “uma empresa que fez os trabalhos quer receber o devido pagamento, mas há dois executivos que entendem que não têm de pagar”.
Além disso, o defensor contrariou afincadamente a ideia de que os valores foram encarecidos. “Não ficaram dúvidas de que se há algo que está mal, são os valores, que pecam por defeito”, criticando a análise feita pelo perito ao longo da investigação.
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