Entretanto, as intempéries obrigaram a uma interrupção “forçada”, deixando para trás prejuízos avultados e um atraso de dois meses.
“Os trabalhados estão, finalmente, de volta”, confessa José Meneses, presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, lembrando que “as obras foram suspensas a 29 de janeiro, quando o rio galgou as margens e submergiu a ponte”.
De acordo com o autarca, “esta paragem forçada causou um atraso de sensivelmente dois meses e prejuízos na ordem dos 200 mil euros”.
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