Os penaguiotas tentaram desde logo inverter o rumo, mas nada saía na perfeição, mérito do último reduto visitante. Aos 20’, no seguimento de um pontapé de canto, a igualdade esteve à vista, valeu a intervenção de Paulo para sacudir o esférico sobre a linha de golo. Era na prática um futebol para homens de barba rija. A falta de Diogo Jerónimo, Barroso e Roger na formação local era notória. Já o Ribeira de Pena mostrava um espírito de entreajuda notável, quando o Santa Marta descia para o ataque, lá se viam Juan e Barraca a defender a vantagem adquirida. E o intervalo chegou sem que os penaguiotas conseguissem desmontar a “teia” montada por Rui Fernandes.
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