Os membros da companhia colocaram-se em frente a um muro branco, com nomes de autores em cartazes, com o objetivo de simbolizar a resistência perante as “balas” disparadas, símbolo metafórico de um resultado que consideram “injusto”, ainda que provisório, no concurso da Direção-Geral das Artes (DGArtes).
A atriz mais jovem, de 13 anos, vestida de branco, distribuiu cravos, que fizeram referência à liberdade.
Para David Carvalho, diretor da companhia, “somos sérios e rigorosos, não temos medo da justiça, porque estamos a fazer isto no muro do Tribunal de Vila Real”, afirmando que a Filandorra “é, talvez, a estrutura que mais se assenta no concurso de apoio sustentado”, tendo em conta “os 38 anos de existência” e parcerias com “24 municípios, universidades e fundações”, para além de ser a “companhia que mais emprega na região”. Alegou ainda que, apesar de cumprirem todos os requisitos, lhes foram dadas “notas falseadas, que nos puseram na linha de água”.
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