Segunda-feira, 18 de Outubro de 2021

“Finos” no litoral , “broncos” no interior

Para quem visite os grandes centros populacionais portugueses (muito especialmente Lisboa e Porto) a ideia dominante é a de que em Portugal não há crise de qualquer espécie.

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Uma ainda que breve permanência na zona lisboeta do “Parque das Nações” (por exemplo) revela-nos gente muito bem vestida, com peças “must” importadas dos grandes centros da moda internacional, relógios faiscantes, joias, grandes modelos de automóveis topo de gama ou motocicletas “Harley Davidson” (fazendo-nos lembrar o “chegam os meninos de mota, com a China na bota e o papá na algibeira”, de Ary dos Santos). Os meninos parecem “yuppies” e as meninas parecem tolas, com as suas poses desafiadoras. Gente de todas as condições, de variadas roupas, de diferente cor de pele, sempre buliçosa (sem se compreender bem porquê), adivinhando-se haver por ali carteiras recheadas com dinheiro abundante, de várias proveniências. Os restaurantes estão sempre

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