Agora, com tudo muito mais calmo, recorda-se os dias difíceis pelos quais passaram, onde se destaca o trabalho em equipa para superar os desafios de uma pandemia, que não esperavam bater-lhe à porta. “Foi um choque muito grande, porque pensávamos que estávamos preparados, mas, afinal, tivemos de mudar o que estava delineado no plano de contingência”, admite o presidente, lembrando a forma como o vírus entrou na instituição. “Uma colaborada fez um rasteio e testou positivo. Ficamos assustados, testamos toda a gente e, aparentemente, estava tudo bem. Até que, no dia 20 de outubro de 2020, estávamos sentados no gabinete da diretora e recebemos a chamada da Direção-Geral de Saúde (DGS) a dar os nomes dos infetados. Foi um pandemónio, um descalabro total, pois tínhamos 25 infetados, entre os quais a diretora técnica, Cláudia Castro”.
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