Esta Escola Superior sucedeu à anterior Escola de Enfermagem, em Chaves. Como tem sido esse percurso e a transição?
O processo tem corrido muitíssimo bem. A Cruz Vermelha Portuguesa tem três escolas superiores de saúde, a maior, em Lisboa, fez 76 anos, o que significa que temos um histórico de formação na área, que faz com que sejamos a quarta instituição em Portugal que mais enfermeiros forma. Entre as três escolas, formamos 270 enfermeiros todos os anos. Creio que quando propuseram à Cruz Vermelha assumir a gestão da antiga escola Montalvão Machado, esse aspeto não terá sido irrelevante. A transição fez-se a 1 de julho de 2019, como Escola Superior de Enfermagem, depois passou a ser Escola Superior de Saúde. Não é apenas uma questão de nome, é mesmo uma questão de projeto.
Quantos alunos tem atualmente?
Neste momento, na licenciatura, devemos ter 355 nos quatro anos. Se somar a isso, as pós-graduações e o mestrado em enfermagem de saúde mental e psiquiátrica, são cerca de 470 alunos. Temos tido bastante procura e, nos últimos três anos, não houve necessidade de ir à terceira fase de candidaturas, porque conseguimos preencher as vagas. Outra nota, nos distritos de Vila Real e Bragança, entre as duas escolas públicas do IPB e da Universidade de Trás-os-Montes, e a nossa, este ano houve 332 novas admissões. O que é um número desproporcional a nível nacional. No total nacional há cerca de 3.300 novas entradas em enfermagem, os dois distritos representam 10%.
Estamos a formar enfermeiros para o país?
Exatamente. Trás-os-Montes, infelizmente, não tem 10% da população nacional, a densidade de vagas aqui é muito elevada.
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