Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022
Agostinho Chaves
Agostinho Chaves
Trata o jornalismo por tu. Colabora com a VTM há mais de 25 anos. Foi Diretor entre 2014 e 2019. Passou por meios de comunicação nacionais, como o Comércio do Porto e a Rádio Renascença.

Francisco: palavras diferentes, intenções novas

A recente publicação da encíclica “Laudato si” (“Louvado sejas”, numa evocação de S. Francisco de Assis) só não chamou mais a atenção do mundo porque o mundo já se está a habituar às tomadas de posição corajosas do Papa Francisco I.

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Desde o “Vaticano II” de João XXIII, passando por factos que marcaram o mundo no pontificado de João Paulo I (a queda do Muro de Berlim, a Perestroika e a inflexão do sovietismo, abrindo o Leste ao mundo e colocando o ponto final decisivo à “Guerra Fria”) nunca o líder máximo de Roma havia tocado de forma tão aberta em certas questões e, mais importante ainda, levando à consciencialização global e, mesmo, à resolução gradual de problemas intensos, críticos e sensíveis com que a Igreja Católica se debate na contemporaneidade e que, vindos de trás, foram sempre tabu que o atual papa vem descodificando (divórcio, aborto, homossexualidade, pedofilia): o degelo Cuba – Estados Unidos, com

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