A partir de 1 de julho, os corpos de bombeiros passarão receber mais 23% no subsídio mensal fixo atribuído por cada Posto de Emergência Médica, (PEM), ao serviço do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), passando de 8.760 euros para 10.800 euros, informou o ministério da Saúde através de comunicado.
Trata-se de um reforço de 2.040 euros por mês, por cada Posto em funcionamento nas corporações de bombeiros, enquanto os “restantes subsídios previstos nos protocolos estabelecidos com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) serão atualizados de acordo com a inflação”, garante o ministério.
Realçando que “os corpos de bombeiros constituem um pilar essencial do Sistema Integrado de Emergência Médica, assegurando cerca de 90% da resposta operacional em emergência médica pré-hospitalar e no socorro às populações”, tornando a colaboração entre INEM e as corporações “indispensável para garantir uma cobertura nacional eficaz, assente na proximidade territorial e numa capacidade de resposta permanente e resiliente”, lê-se no comunicado.
De acordo com o documento do ministério da Saúde, o INEM dispõe de 520 PEM em funcionamento, integrados em bombeiros e Cruz Vermelha Portuguesa. O reforço de verbas neste domínio acontece devido ao “aumento da procura dos serviços de emergência médica e a crescente pressão sobre os meios de socorro”.
Por isso, “o Governo reafirma o seu compromisso com a valorização dos bombeiros portugueses, reconhecendo o seu contributo enquanto parceiros estratégicos do Serviço Nacional de Saúde e agentes fundamentais de coesão territorial, garantindo melhores condições para que continuem a prestar um serviço de excelência às populações”, assegura o ministério.




