De acordo com o SPZN, os professores e educadores aderiram “em força” a esta greve, em que lutam para tornar a carreira docente atrativa, “tanto em apoios à mobilidade, como de combate ao envelhecimento, e da promoção do rejuvenescimento de educadores e professores, assim como uma atualização salarial que mitigue os efeitos da alta inflação, a conclusão do processo de recuperação do tempo congelado e a substituição do atual modelo de avaliação de desempenho, injusto, cego e meramente administrativo, eliminando-se nomeadamente o regime de vagas no acesso aos 5º e 7º escalões“.
Acrescenta ainda que “são urgentes estímulos eficazes, capazes de atrair professores para zonas desfavorecidas ou com manifesta falta de docentes e a garantia de respeito pelos limites do tempo de trabalho, através de uma nova formulação para a composição do tempo de trabalho dos docentes, clarificando o conteúdo da componente letiva, da componente não letiva e da componente individual de trabalho”.
Os professores exigem o fim da precariedade e da instabilidade, através do crescimento das vagas de quadro das escolas, tornando-as mais ajustadas com as efetivas necessidades, e a definição de um novo regime específico de mobilidade por doença são outros objetivos que ficam por cumprir neste Orçamento de Estado para 2023”.


