Foi uma tradição que se foi perdendo ao longo do tempo, numa localidade onde se celebra o Carnaval e onde o linho é uma das imagens de marca desta aldeia transmontana.
Marine Lopes, presidente da comissão de festas, explicou que a ideia surgiu após ter verificado que as pessoas da aldeia gostam muito de participar em festas religiosas.
“Somos uma aldeia grande e apercebi-me que as pessoas gostam de ir às festas das localidades vizinhas. Achei uma boa ideia reativar a festa e lancei o desafio a outras mulheres da aldeia, que aderiam muito bem à iniciativa”.
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