A Polícia Judiciária (PJ) revelou que o homem está “fortemente indiciado” pela prática dos crimes de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência e abuso sexual de criança, além da posse de arma proibida.
Após ser apresentado a um primeiro interrogatório, o tribunal decidiu aplicar a medida de coação da prisão domiciliária. A PJ informou que a filha portadora de deficiência foi entregue a uma tia, enquanto a outra filha permanece no agregado familiar.
Em comunicado divulgado na quarta-feira, a PJ destacou que foram “recolhidos relevantes elementos probatórios” que indicam que o agressor se terá aproveitado da vulnerabilidade da filha com 40 anos, portadora de deficiência cognitiva devidamente documentada, para praticar atos de natureza sexual sobre ela.
Além disso, foram recolhidos outros elementos que sugerem eventuais abusos sexuais à outra filha quando esta tinha entre 10 e 13 anos; atualmente, ela tem 21 anos. O inquérito está a ser conduzido pelo Ministério Público de Bragança.





