Entre sexta-feira e domingo, cerca de 16 expositores de associações, confrarias e produtores de todo o país, incluindo ilhas, estiveram presentes no Pavilhão Multiusos, junto ao qual a iniciativa incluiu pela primeira vez uma mostra com as raças autóctones do Norte do país, num total de 25. Só no sábado estiveram representadas na iniciativa 32 confrarias.
Este ano, o tema foi “A Gastronomia e as Emoções” e entre sexta e domingo estiveram à mesa não só comida, como a cultura e a identidade. Houve provas de comida e vinho, demonstrações culinárias, tertúlias e apresentações de livros, com animação musical.
“Termos aqui a celebração da ruralidade, dos produtos endógenos, através de tantas confrarias, que dignificam e promovem, cada uma, o seu produto, é uma mais-valia para Montalegre”, destacou Fátima Fernandes, presidente da câmara de municipal. Trazer a tradição e a cultura, associadas à mesa e produção, para o presente e futuro “é sempre gerador de economia”.
A gastronomia, tradição, mostra pecuária e restante programação são, para a autarca, “um bom hino ao trabalho no campo e dignificação que queremos para a agricultura e pecuária”. Os territórios que as confrarias representam “têm coisas magníficas, únicas e são a garantia de autenticidade de produtos únicos e diferenciados”, sublinha ainda.
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