O oficial de justiça reformado apresenta-se como “alternativa real e credível” e com vontade “de fazer diferente”.
Natural de Montalegre e “apaixonado” pela sua terra, assume com esta candidatura o compromisso de “mudar Montalegre e de promover o desenvolvimento, a transparência e a boa gestão da coisa pública, centrada nos cidadãos e nas suas reais necessidades”.
Em comunicado, o partido revela que esta candidatura “dará aos montalegrenses a oportunidade de salvar a sua terra do cinzentismo e do sistema opressor e corrupto que a projetou pelas piores razões”.
É licenciado em Direito e tem uma pós-graduação em jornalismo judiciário, que fez carreira como Oficial de Justiça.
O candidato refere que, nos últimos 12 anos, “tenho exercido o jornalismo como instrumento de cidadania, denunciando publicamente práticas e procedimentos de má gestão autárquica que merecem ser do conhecimento público”, acrescentando que “só “com pensamento crítico é possível evoluir a democracia e devolver o poder às pessoas”.
“Este percurso, que pode ser visto como causa, efeito ou coincidência, culminou na detenção de elementos da cúpula autárquica do Partido Socialista em Montalegre, uma realidade que apenas reforça a urgência de mudança”, sustenta.
Por isso, diz que se apresenta “como alternativa real e credível, com programa, equipa e vontade de fazer diferente” por “Montalegre, pelas pessoas, pela justiça e pela verdade”.



