À semelhança do que já aconteceu outros anos, “fomos votar e, atendendo à ausência de acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida, a mesa eleitoral decidiu deslocar-se ao exterior para que a minha filha exercesse o seu direito de voto”. Contudo, “fomos surpreendidos pelo comportamento lamentável por parte de duas militantes de um partido político que questionaram a capacidade da minha filha para votar, acusando-nos, enquanto pais, de manipulação e tentativa de influenciar o seu voto”.
Uma das visadas no comunicado é Anabela Morais. “Eu estava como delegada de mesa e nessa altura tinha ido lá fora.
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