Terça-feira, 18 de Janeiro de 2022
© DR

Mais 10.549 novos casos e 17 mortos nas últimas 24 horas

Portugal regista hoje mais 17 mortes associadas à covid-19 e 10.549 infeções com o coronavírus SARS-CoV-2, o maior número de novos casos desde 03 de fevereiro, indica a Direção-Geral da Saúde (DGS).

-PUB-

O número de novas infeções registado nas últimas 24 horas é o mais elevado desde aquela data, quando se registaram 9.083 casos.

O boletim epidemiológico diário da DGS revela ainda uma diminuição do número de pessoas internadas, contabilizando hoje 893 internamentos, menos 16 do que na quarta-feira, dos quais 148 em unidades de cuidados intensivos, menos sete nas últimas 24 horas.

Das 17 mortes, cinco ocorreram na região Norte, três em Lisboa e Vale do Tejo, três no Centro, três no Algarve, duas na região autónoma da Madeira e uma no Alentejo.

Lisboa e Vale do Tejo é também a região com mais novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas (5.350, 50,7% do total), seguindo-se o Norte (2.817), o Centro (1.465), o Algarve (328), o Alentejo (255) a Madeira (249) e os Açores (85).

Segundo os dados da autoridade de saúde, registaram-se uma morte na faixa etária entre os 50 e os 59, três entre os 60 e os 69, sete entre os 70 e os 79 anos e seis entre os idosos com mais de 80 anos.

O maior número de óbitos desde o início da pandemia continua a concentrar-se entre os idosos com mais de 80 anos (12.235), seguindo-se as faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (4.072) e entre os 60 e os 69 anos (1.730).

Os casos ativos de covid-19 aumentaram nas últimas 24 horas, totalizando 84.643, mais 6.584 do que na quarta-feira, e recuperaram da doença 3.948 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.149.611.

Em relação ao dia anterior, as autoridades de saúde têm mais 5.185 contactos em vigilância, totalizando 112.417 pessoas.

O maior número de novos casos diagnosticados é da faixa etária entre os 20 e os 29 anos (2.361), seguido dos 40 aos 49 anos (1.843), dos 30 aos 39 anos (1.830), dos 10 aos 19 (1.342), dos 50 aos 59 anos (1.202), dos 0 aos 9 anos (877),dos 60 aos 69 anos (682), dos 70 aos 79 anos (265) e dos idosos com mais de 80 anos (147).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a região de Lisboa e Vale do Tejo registou 480.085 casos e 7.936 mortes.

Na região Norte registaram-se 463.049 infeções e 5.747 óbitos e a região Centro tem agora um total acumulado de 180.532 infeções e 3.333 mortes.

O Algarve totaliza 55.327 contágios e 572 óbitos e o Alentejo soma 45.131 casos e 1.084 mortos por covid-19.

A Região Autónoma da Madeira soma desde o início da pandemia 18.008 infeções e 118 mortes e o arquipélago dos Açores 10.962 casos e 50 óbitos.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.840 pessoas, 9.890 entre os homens e 8.950 entre as mulheres.

Já foram contabilizados 1.253.094 casos de infeção, segundo dados da DGS, dos quais 585.796 homens, 666.366 mulheres e 932 casos de sexo desconhecido que se encontram-se sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de forma automática

A covid-19 provocou mais de 5,37 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 89 países de todos os continentes, incluindo Portugal.

-PUB-

APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências do confinamento, sem termos parado um único dia.

Contribua com um donativo!

Mais lidas

A Imprensa livre é um dos pilares da democracia

Nota da Administração do Jornal A Voz de Trás-os-Montes

Subscreva a newsletter

Para estar atualizado(a) com as notícias mais relevantes da região.