NegóciosMais do que um espaço de jogo, uma valência hoteleira e cultural da região

Mais do que um espaço de jogo, uma valência hoteleira e cultural da região

Inaugurado em 2008, o Hotel Casino Chaves surgiu com o intuito de conjugar lazer, animação e cultura, chegando a receber mais de 250 mil visitantes por ano. Apenas em 2015, o casino atribuiu mais de 70 milhões de euros em prémios.

Integrado no Grupo Solverde, o Hotel Casino Chaves abriu portas em junho de 2008, sendo assim a última unidade deste grupo a ser inaugurada. Vocacionada sobretudo para a área turística, a Solverde, nascida em abril de 1972, viu neste equipamento “a oportunidade de contribuir de forma dinâmica para o desenvolvimento da atividade desportiva, social, cultural e artística de toda a região transmontana”.

Com sede no concelho de Chaves, o Hotel Casino tem à disposição do cliente seis suites e 72 quartos com vista panorâmica e varanda, um confortável SPA, piscina interior aquecida e exterior, banho turco, sauna, jacuzzi, circuito de jogging, Squash, Putting Green, um restaurante e bares, salas de reuniões com luz natural, parque automóvel, lavandaria e heliponto. O interior do casino engloba uma moderna sala de espetáculos, a sala de jogo, o restaurante e bares. Este equipamento prima ainda pelo serviço de excelência focado no cliente, característica que é transversal a todo o Grupo Solverde.

Quanto ao vasto número de colaboradores que trabalham todos os dias no hotel e no casino, a maioria está naquela unidade desde a sua abertura. “Isso é sinal de boas relações, motivação e bem-estar. Alguns dos nossos trabalhadores já tinham formação na área, outros foram tendo ao longo dos anos para melhor se integrarem e adaptarem aos requisitos da instituição”, comentou Nuno Vasconcelos, diretor de marketing do Grupo Solverde, evidenciando que, por exemplo, na área do jogo, “todos tiveram de passar por um processo exaustivo de formação, dada a especificidade da atividade”. O responsável refere ainda que grande parte dos colaboradores são locais, pois para se atingir “um papel de maior relevância na economia local e na sociedade, é fundamental ajudar as pessoas daquela região”.

Os casinos Solverde há muito que deixaram de ser espaços quase exclusivamente vocacionados para o jogo, tornando-se assim valências direcionadas para os setores de animação e de cultura. Desta forma, a sua agenda está incrivelmente aberta às mais variadas manifestações de natureza cultural, como espetáculos que dignificam a música e os artistas portugueses e estrangeiros, atraindo assim à cidade visitantes de toda a região norte do país e da Galiza, “o que acaba por beneficiar todo o comércio local”.

O próximo grande evento que o casino irá acolher será o ECT Poker Tour 2016, um campeonato ibérico de Poker, onde marcarão presença inúmeros jogadores nacionais e internacionais. A primeira etapa do evento arranca em Chaves, de 20 a 22 de maio e, após passagens pelo Casino La Toja e Casino Espinho, volta à cidade transmontana para a última prova, o Main Event, de 28 a 31 de outubro.

 

Desempenho acima da média

Nos últimos anos, Portugal tem registado um crescimento na área do turismo, no entanto, “nos casinos tem-se verificado uma queda acentuada”. Foi para combater esta tendência menos positiva que a Solverde complementou a oferta dos casinos com sugestões hoteleiras.

“Quem visita o nosso hotel pode usufruir do casino e de toda a oferta subjacente, e vice-versa. A promoção desta dicotomia é que nos permite gerir as dificuldades que o negócio apresenta”, explicou Nuno Vasconcelos, acrescentando que o volume de faturação ronda os 8,5 milhões de euros.

Apesar das alterações do mercado e do setor, este equipamento tem registado um desempenho acima da média, chegando a receber mais de 250 mil visitantes. No ano passado, o casino atribuiu mais de 70 milhões de euros em prémios. No futuro, as expetativas passam pelo “crescimento da unidade” e melhoria dos serviços.

 

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