“Não teremos inovação, não teremos coesão territorial, não teremos competitividade, se não tivermos um rendimento justo para os agricultores. Precisamos de garantir um rendimento justo. O agricultor não pode ser o perdedor na cadeia de valor”, afirmou o ministro, que representou Portugal na 44ª Conferência da FAO, que contou com a participação de mais de 160 delegações.
José Manuel Fernandes considerou como essencial “a investigação orientada” para os resultados. “A inovação é importante, mas a inovação também implica investigação”, afirmou, acrescentando que “para obter resultados, precisamos de investigação, para desenvolver novos medicamentos, para criar novas vacinas”.
O ministro destacou ainda a importância de se enfrentar os impactos das alterações climáticas através de seguros específicos. “Para fazer face a fenómenos climáticos extremos, os seguros devem ser a preços acessíveis para os agricultores”.
Evidenciando as iniciativas já lançadas pelo Governo, como o Plano Nacional para Transição Digital da Agricultura que visa modernizar práticas agrícolas e reforçar a competitividade do setor, ou a Estratégia Nacional “Água que Une”, que promove o armazenamento, a distribuição e o uso sustentável da água, o governante sublinhou que “Portugal está firmemente comprometido com este desígnio”.





