“O nosso objetivo é ter apoios rápidos, nomeadamente para os estragos que atingem os agricultores, os pequenos produtores, à semelhança do que aconteceu em 2024, em que apoios até 10 mil euros eram feitos com rigor, mas a uma grande velocidade”, sublinhou José Manuel Fernandes, na quinta-feira (7), referindo que o ano passado foram apoiados cerca de 5 mil agricultores, com mais de 16 milhões de euros.
Prejuízos acima de 10 mil euros, os agricultores também serão apoiados, mas o processo é mais demorado e só são abrangidos caso tenham uma perda produtiva superior a 30%.
A medida foi aprovada, a semana passada, em Conselho de Ministros, mas ainda não foram definidos os critérios e processos para a atribuição do apoio. “Vai haver um decreto-lei, mas o objetivo é que sejam feitos da mesma forma que em 2024. Há uma fase prévia que já se iniciou, de contabilização dos estragos”, afirmou ainda.
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