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Para a autarquia, “não se percebe, não se entende esta atitude”, até porque, “ainda há um mês, houve troca de vários e-mails, onde foi feito o ponto de situação”. Nessa troca de correspondência, garante a edilidade, “nada fazia prever este desfecho”. “Falou-se, com toda a naturalidade do andamento das obras, trabalhos que estavam a ser feitos de acordo com o estabelecido”.
A câmara irá recorrer aos tribunais para ser ressarcida desta decisão.
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