Segundo Rui Terras Alexandre, diretor clínico dos Cuidados Hospitalares da ULS do Nordeste, o PAMI assegura a presença constante de “um médico intensivista, 24 horas por dia, 7 dias por semana”. Segundo o responsável, o objetivo é “aproximar a medicina intensiva do local onde o doente crítico se encontra e reduzir o tempo de resposta até à intervenção especializada”.
No primeiro mês, a atividade assistencial foi diversificada, abrangendo situações de doença infeciosa grave, choque, insuficiência respiratória, emergências cardiovasculares e neurológicas, hemorragia, trauma, intoxicação e paragem cardiorrespiratória.
A intervenção do PAMI permitiu “reconhecer atempadamente a gravidade clínica, orientar a avaliação diagnóstica e iniciar medidas de ressuscitação e suporte avançado de forma atempada”, contribuindo para a estabilização e reversão de situações de instabilidade clínica acentuada, referiu Rui Terras Alexandre.
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