Tudo começou aos 9 anos, quando foi jogar no Abambres SC, depois foi para o SC Vila Real, onde esteve três épocas. A sua capacidade para marcar golos acabou por o levar até aos iniciados do Vitória SC, onde conheceu o treinador Vasco Gonçalves.
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“Foi muito difícil. Não gosto de me desculpar com as lesões que tive, mas senti que o joelho não era o mesmo após uma operação e o sonho de ser jogador profissional começou a esmorecer. Foi a decisão mais difícil da minha vida. Chorei muito”, confessa.
No dia seguinte, ao “momento em que decidi acabar a carreira de jogador, o meu pai entrou no meu quarto e desafiou-me a tirar o curso de treinador e assim fiz”.
A primeira experiência como treinador principal teve início no Vidago FC, após a saída de Paulo Ferreira. “Nunca imaginei que fosse tão cedo. Saí no final da época e fui para Sabrosa, um ano difícil, com uma equipa muito jovem e muitas lesões. Os resultados não apareciam e, após falar com o presidente, decidi que o melhor era sair”.
Ainda esteve no juvenis do Santa Marta, até chegar ao SC Vila Real, onde iniciou esta época no Campeonato de Portugal como adjunto de Vasco Gonçalves. Após a saída da equipa técnica em fevereiro, esteve pouco tempo sem treinar, já que o presidente da UDC de Sabrosa o convidou para assumir a equipa sénior. “Saí triste e desiludido do meu clube do coração. Sempre que posso, vou ver os jogos do SC Vila Real. Estava a pensar fazer uma pausa, mas surge a chamada do presidente da UDC Sabrosa e decidi aceitar, depois de falar com a minha família e com o Vasco”.
“É um grupo curto, jovem, mas bastante motivado para trabalhar. Acolheram-me muito bem, mas precisamos de vitórias. Esperamos fazer ainda muitos pontos até ao final da época. Acredito muito nos jogadores”.
Sobre o campeonato da Divisão de Honra, da AFVR, Miguel Carvalho diz que o Chaves B “tem uma equipa profissional e tem a obrigação de ser campeão”.
Apesar de não gostar de falar sobre o futuro, tem como objetivo chegar ao futebol profissional. “A médio prazo, tenho um objetivo de atingir os campeonatos profissionais. Pode ser como adjunto e com o Vasco vou para todo o lado, pela sua competência profissional”.
A entrevista está disponível, na íntegra, nas páginas de Facebook e Youtube do jornal A Voz de Trás-os-Montes, no site ou em podcast, através do Spotify.
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