Terça-feira, 6 de Dezembro de 2022
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O reino que não é do mundo mas está no mundo

Como habitualmente, o Conselho Diocesano de Leigos reuniu a sua assembleia plenária na tarde de Cristo Rei, no auditório da Casa Diocesana, tendo como agenda neste ano o estudo sobre «a oração na vida dos jovens». De facto, o tema pastoral para este ano versa a «Diocese, família orante», pedindo aos párocos e todos os […]

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Como habitualmente, o Conselho Diocesano de Leigos reuniu a sua assembleia plenária na tarde de Cristo Rei, no auditório da Casa Diocesana, tendo como agenda neste ano o estudo sobre «a oração na vida dos jovens». De facto, o tema pastoral para este ano versa a «Diocese, família orante», pedindo aos párocos e todos os organismos que dediquem especial atenção à educação dos militantes para a oração.

Pelo contacto com os jovens através dos vários organismos específicos e testemunho dos movimentos de pastoral familiar e dos catequistas, há a convicção de que os jovens passam por grande dificuldade em fazerem oração. O plenário veio confirmar esse pressentimento: por motivos diversos, muitas famílias deixaram de fazer a oração tradicional em família, alguns movimentos também omitem as orações iniciais e finais das reuniões, nas próprias catequeses predomina o aspecto intelectual, desapareceram as devoções das primeiras sextas-feiras. A celebração da Eucaristia desperta para a festa comunitária e utiliza fórmulas ricas de conteúdo, mas elas precisam de ser depois interiorizadas de modo pessoal. A cultura actual, cada vez mais centrada nos áudio visuais e cheia de movimento, veio agravar a já habitual dificuldade de rezar de modo pessoal.

No plenário, foi sugerida participação de jovens em retiros próprios para eles, em movimentos de oração como as «Oficinas de Oração e Vida», que as sessões de catequese terminem com oração dirigida pelos catequistas, que os escuteiros sejam fiéis aos manuais. Lembrou-se também que os jovens só lentamente aprendem a formular o diálogo com os superiores e pessoas mais velhas, acontecendo algo análogo com a oração pessoal, sendo muito conveniente decorarem as fórmulas oficiais cujo conteúdo depois interiorizarão de modo gradual. A oração de louvor é frequentemente a mais estimada pelo jovem e convém transmitir-lhe algumas regras básicas, sendo uma delas que a oração cristã nunca é vaga, mas sempre dirigida a uma pessoa (Pai, ou Filho, ou Espírito santo, ou Maria, Mãe de Deus, ou um Santo). Esta personalização do destinatário da oração é fundamental.

Na Eucaristia presidida pelo Bispo da Diocese e concelebrada pelo novo pároco, o P. Curralejo, e pelo Coordenador da Pastoral, o Dr. Linda, Reitor do Seminário, tomaram parte vários conselheiros. O prelado aproveitou para saudar o novo pároco e comentou os textos do dia, afirmando «a centralidade da pessoa de Cristo na vida litúrgica e na acção do cristão. O cristão tem como horizonte final a certeza da vitória o que gera um sentimento de a alegria que sustenta o esforço diário. É indispensável a um militante cristão cultivar com Jesus uma relação pessoal feita de humildade, admiração e afecto reverencial. Teceu depois uma reflexão para a acção. Na vida pessoal do dia a dia, é indispensável agir com a certeza de que o «reino de Deus, não sendo do mundo, se constrói no mundo concreto da profissão, e faz-se pela luta por tudo o que é verdade, justiça, paz, vida, incluindo a busca da verdade no estudo, nas relações humanas, na vida de trabalho e no recreio. Essa luta assume por vezes aspectos muito exigentes, como o referendo que se aproxima. Tudo deve ser levado ao diálogo diário com Jesus Cristo na oração, acreditando que isto fermenta o mundo e dá resultado»

Antes, realizara-se o Conselho Diocesano de Leigos em assembleia plenária, no auditório da Casa Diocesana, tendo como agenda neste ano o estudo sobre «a oração na vida dos jovens». De facto, o Programa pastoral para este ano versa a «Diocese, família orante», pedindo aos párocos e todos os organismos que dediquem especial atenção à educação dos militantes para a oração.

Pelo contacto havido com os jovens através dos vários organismos específicos e testemunho dos movimentos de pastoral familiar e dos catequistas, há a convicção de que os jovens passam por grande dificuldade em fazerem oração. O plenário veio confirmar esse pressentimento: por motivos diversos, muitas famílias deixaram de fazer a oração tradicional em casa, alguns movimentos também omitem as orações iniciais e finais das reuniões, nas próprias catequeses predomina o aspecto intelectual, desapareceram as devoções das primeiras sextas-feiras. A celebração da Eucaristia desperta para a oração comunitária e utiliza fórmulas ricas de conteúdo, mas elas precisam de ser depois interiorizadas de modo pessoal. A cultura actual, cada vez mais centrada nos aspectos áudio-visuais e cheia de movimento, veio agravar a já habitual dificuldade de o jovem se concentrar.

No plenário, foi sugerida participação de jovens em retiros próprios para eles, em movimentos de oração como as «Oficinas de Oração e Vida», que as sessões de catequese terminem com oração dirigida pelos catequistas, que os escuteiros sejam fiéis aos manuais. Lembrou-se também que os jovens só lentamente aprendem a formular o diálogo com os superiores e pessoas mais velhas, acontecendo algo análogo com a oração pessoal. É muito conveniente que decorem as fórmulas oficiais cujo conteúdo depois interiorizarão de modo gradual. A oração de louvor é frequentemente a mais estimada pelo jovem e convém transmitir-lhe algumas regras básicas, sendo uma delas que a oração cristã nunca é vaga, atirada ao ar, mas sempre dirigida a uma pessoa concreta (a pessoa do Pai, ou Filho, ou Espírito Santo, ou Maria, Mãe de Deus, ou um Santo). Esta personalização do destinatário da oração é fundamental, obriga a escolher as palavras e o que se diz.

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