Gilberto Igrejas, presidente do Conselho Diretivo do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), António Marquez Filipe, presidente da Associação das Empresas de Vinho do Porto, e Rui Paredes, presidente da Casa do Douro e diretor da Adega Cooperativa de Favaios estiveram na mesma mesa para debater o futuro do Douro, com alguns produtores presentes na sala.
A diversidade de responsabilidades dos intervenientes permitiu abordar o setor a partir de diferentes perspetivas, desde o papel da regulamentação e da certificação dos vinhos até às questões relacionadas com a atividade empresarial e comercial.
Rui Paredes começou por dizer na sua intervenção que “o interior é importante para a atividade do país”, realçando que o Douro acrescenta “valor” ao nível económico de Portugal.
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