No “Contrasenso”, a diretora confessou que “o mandato está a correr bem, até pelos resultados alcançados”, revelando que “o segredo para o sucesso está nas pessoas. Quando todos trabalhamos em prol de um objetivo tudo é mais fácil”.
Questionada sobre os desafios de ser uma escola do interior do país, Sónia Nogueira não esconde que um dos grandes desafios está na captação de estudantes, ainda que “tenha sido possível, ao longo dos últimos anos, preencher todas as vagas do concurso nacional de acesso”.
Olhando para os estudantes internacionais, uma das apostas do IPB, “o desafio também é grande, porque estamos a falar de Mirandela, uma cidade que fica longe do aeroporto e para onde os horários dos transportes públicos são reduzidos”. Depois há a questão da fixação destas pessoas na região, “porque não há mercado para eles”.
Com cerca de 1.900 alunos, dos quais 300 são internacionais, a EsACT “luta” contra a falta de alojamento. “Em Mirandela começa a escancear a oferta imobiliária. As casas disponíveis não são muitas e os preços também têm subido”, afirma, destacando o investimento do IPB para criar duas residências de estudantes.
“Através do PRR, vamos construir uma residência de raiz junto ao campus da escola e outra vai surgir no antigo hotel Mira Tua, num total de 182 camas”, indica a diretora, revelando que, “no hotel, o último piso será uma sala de estudo e vai ter uma vista fantástica sobre a cidade”.




