“É um orçamento ambicioso, mas realista, porque tem várias obras que estão já financiadas e aprovadas dentro do novo quadro comunitário. Tivemos o cuidado de não inscrever obras que, embora candidatadas, ainda não temos a certeza que vão ser aprovadas”, afirmou Luís Fernandes, acrescentando que o orçamento “visa manter as prioridades” do concelho.
O documento foi aprovado por maioria na reunião da Assembleia Municipal de Vinhais, com os votos a favor do PS, votos contra do movimento independente Pela Nossa Terra (sete deputados) e do PSD/CDS-PP (cinco deputados).
Entre os vários investimentos, o executivo destaca a conclusão da requalificação de casas sociais e ainda o início da requalificação de outras, num total de 25 fogos e de quase dois milhões de euros.
Contemplada também neste orçamento está a beneficiação do pavilhão onde decorrem as feiras da castanha e do fumeiro, bem como do espaço envolvente. Segundo Luís Fernandes, este é o “projeto mais emblemático” deste mandato e tem uma dotação de 500 mil euros para avançar com a primeira fase.
No total, a obra custará mais de cinco milhões de euros, com financiamento de 85% do quadro comunitário.
O município mantém ainda o apoio social, que “ultrapassa 1 milhão de euros”, pelas instituições e também para o transporte de doentes e transporte a pedido. Na educação, vão ser investidos 700 mil euros.
Quanto ao Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS), a Câmara de Vinhais vai devolver o valor máximo aos munícipes (5%) e aplicará a taxa mínima (0,3%) relativamente ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).





