Quinta-feira, 29 de Setembro de 2022

Pelourinho de Gouvães do Douro celebrou 300 anos

Depois de uma tarde animada, ao som das concertinas dos “Irmãos Morais”, e de uma missa presidida pelo pároco António Areias, deu-se início à cerimónia das comemorações dos 300 anos do Pelourinho da aldeia de Gouvães do Douro, antiga sede de concelho.

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“Os pelourinhos são monumentos únicos que constituem marcas indeléveis do nosso património cultural. O nosso imaginário enquadra-os em imagens de outros tempos, em que os arautos liam os pregões ou os juízes aplicavam a justiça concelhia, em nome do rei, fazendo cumprir a lei”, começou por dizer o historiador João Ferreira da Fonseca, acrescentando que “hoje, é verdadeiramente emocionante admirar, no centro da povoação, junto à mais principal das suas ruas, o Pelourinho de Gouvães do Douro”.

Presente na cerimónia esteve Helena Lapa que enalteceu “o esforço de todos os gouvaenses, e de toda a comunidade através dos seus representantes, em especial à Associação Cultural e Recreativa local, à junta de freguesia e à igreja, que de mãos dadas e empenhadas, querem manter viva a história da aldeia, na preservação de todo o património em geral, e do seu Pelourinho em particular”.

A presidente da Câmara de Sabrosa referiu, ainda, que o município “encomendou um livro ao historiador João Ferreira da Fonseca sobre Gouvães do Douro, desde a sua gênese até à atualidade”, uma obra que “será lançada em breve”.

O momento serviu ainda para apresentar a toda a população um trabalho em ferro e aço com o letreiro “Gouvães do Douro “e uma paisagem da aldeia realizada no mesmo material, que pode ser vista e apreciada no centro da aldeia, junto ao Pelourinho.

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