Em comunicado o CEV Douro explica que este projeto pretende oferecer soluções aos pequenos e médios viticultores, que tencionam realizar a produção de vinho e não tem adega particular. De acordo com Francisco Magalhães, engenheiro químico responsável pela operação, o novo local “tem como princípio adaptar – se ao desejo de um produtor ou de um enólogo que procure melhores condições para fazer os seus vinhos ou os vinhos àqueles a quem presta assistência”.
Para o primeiro ano de funcionamento está prevista uma produção de 100 mil litros, número que integra os vinhos de um projeto familiar, que vai ser apresentado no próximo ano.
O Novo Centro tem capacidade de produção de 800 mil litros de vinho de mesa da região do Douro. O vinho do Porto não faz parte destes números, pois não está apto.
Neste ano de abertura, o CEVD dispõe de serviços de receção e pesagem das uvas, desengace e esmagamento, fermentação alcoólica, prensagem, fermentação malolática, clarificação e estabilização do vinho, armazenamento em condições adequadas e análises enológicas em laboratório privado.
Para 2026 está previsto apoio técnico ao nível da viticultura e quem escolher o CEV Douro para prestar serviços tem a oportunidade de ter o seu próprio enólogo ou pedir ajuda ao enólogo Afonso Pinto, que faz parte do projeto





