A mulher ficou com pulseira eletrónica e não pode ausentar-se do país.
O mandado dizia respeito a tráfico de estupefacientes e falsificação de documentos, crimes ocorridos em 2017.
À época, a mulher foi detida em flagrante delito, na sua residência, localizada no estado do Rio Grande do Norte – Brasil, e encontrava-se na posse de 3.800 gramas de cannabis, fazendo passar-se por outra pessoa.
Foi condenada em 2021, a uma pena de prisão de seis anos, tendo a sentença tido ordem de execução em 2024, altura em a mulher já se encontrava em Portugal.
Foi agora possível detê-la, através da Unidade de Informação Criminal da PJ de Vila Real.
No comunicado, as autoridades explicam ainda que a visada foi presente ao Tribunal da Relação de Guimarães, tendo sido determinado que estava proibida de se ausentar para o estrangeiro, com a entrega do passaporte, ficando sujeita à obrigação de permanência na habitação, com vigilância eletrónica.





