Domingo, 14 de Agosto de 2022

“Pode estar lá quem estiver, mas os adeptos é que são o clube”

Marisa Pires já nasceu a ser do Chaves. A paixão veio do pai, antigo jogador do Desportivo, cuja camisola que vestiu na primeira partida, em 1949, ainda guarda religiosamente.

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“Viver o Chaves faz parte da minha vida”
MARISA PEIXOTO 

Adepta fervorosa do clube, “se fosse antigamente, diria que é maluquice. Agora, é mesmo doença. Em Moreira de Cónegos, só quando o árbitro apitou é que eu acreditei que aquilo estava a acontecer. Da última vez que descemos, estive uma hora para conseguir sair de Tondela. Vivo muito isto e sou só do Chaves, nada de ‘tutti-frutti’”, esclarece.

“Os pais têm que educar os filhos a serem só do clube da terra”
MARISA PIRES

“Os pais têm que educar os filhos a serem só do clube da terra. Somos o 13.º jogador. Pode estar lá quem estiver, mas os adeptos é que são o clube e os do Chaves fazem a diferença porque vão sempre aos jogos”.

Marisa Peixoto partilha da mesma opinião. “Viver o Chaves faz parte da minha vida, esteja ele onde estiver. Estou sempre à espera do fim de semana para ir ver o jogo com as minhas três filhas e com a minha mãe. Já fomos à Madeira e aos Açores para ver o Chaves”, destaca.

“Quando o Chaves perde fico muito chateada”
DIANA PEIXOTO 

“Nós gostamos é das aldeias. Costumamos dizer que a II Liga é aldeia e é dela que somos adeptas, porque andamos com o clube para todo o lado”, afirma em conjunto com a amiga.

A filha Diana, de 18 anos, acompanha o clube “desde muito pequena. Às vezes é uma maneira de descontrair da exigência da escola. Ver o Chaves é ver o Chaves. Quando perde, é difícil. Fico muito chateada”.

“Gosto de futebol porque aprendi a gostar do Chaves”
BRUNA CARVALHO 

Bruna Carvalho, filha de Marisa Pires, vai aos jogos “desde que me lembro. O amor ao clube veio da minha mãe e do meu avô. Gosto de futebol porque aprendi a gostar do Chaves. Para mim, é família e é por isso que vou aos jogos”.

Para a jovem de 23 anos, “é importante estarmos onde conseguimos chegar. O clube representa os flavienses. Ao apoiarmos o Chaves, apoiamos a cidade. Mas, esteja onde estiver, vamos continuar a levá-lo para todo o lado, como sempre fizemos”, confessa.

 

 

 

 

 

 

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